terça-feira, 9 de setembro de 2008

O problema da culpa universal


Lendo "A vida em Jesus Cristo - Segundo Nicolau Cabasilas e Santo Tomás de Aquino", de Jean-Yves Leloup - Editora Unesp, me deparei com uma pergunta, feita por Nicolau Cabasilas, sobre o que chamamos de culpa universal:

"É um Deus que está morto, é o sangue de um Deus que foi derramado sobre a cruz. O que há de mais precioso do que esta morte? Mas também o que há de mais horrível? Qual foi, então, a enormidade do pecado da natureza humana para que fosse necessária tamanha satisfação à justiça? Qual foi, então, a profundidade do ferimento, para necessitar tamanho remédio?"

Repasso, para respostas ou mais perguntas... aguardo seu comentário.
Abraços.

4 comentários:

Anônimo disse...

o q acho interessante na questão da 'morte de Deus', é a possibilidade de emancipação humana para além dos seus próprios limites, dependências e culpas.
na leitura mais nietzschiana possível.
Deus se deixa matar para q tenhamos vida plena, na mais clara alusão freudiana. nada q não tenha base bíblica, como toda boa heresia.
mas o componente existe.

joão ali

Volney Faustini disse...

Creio que na cruz encontram-se o que é de mais horrível na raça humana (e da raça humana), e o mais fantástico e perfeito ato de amor de Deus.

Anônimo disse...

acho dificil, mas ao mesmo tempo me fascina descobrir este misterioso ato de Deus, ato de amor. A morte que Gera o Verdadeiro Amor.
bjs
Helena

wilson tonioli disse...

Vejam por Kafka, o dimensionamento da culpa. Angustiosamente intrigante.
A culpa é o que me faz sentir humano.
abçs e bjs, sem culpa.